Economistas paraenses avaliam que produtos podem demorar até quatro meses para ter preços reduzidos, e itens produzidos no Brasil, como açúcar e carne, podem não ter uma grande redução no custo
Capital paraense tem 12ª cesta básica mais cara do país e é a segunda capital com maior aumento do preço da cesta em janeiro; alta do tomate, café, carne, açúcar, óleo e banana pesaram no bolso dos paraenses neste início de ano.
Diretor da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) revela que condições climáticas são os principais fatores para queda de produção do café, que segue com alta demanda
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