De acordo com as autoridades, ele era investigado por integrar uma facção criminosa, a qual supostamente ocupava cargos de idealizador de missões e disciplina dos bairros Cidade Nova, Providência e Coqueiro
A Polícia Militar informou que o ataque contra Edilson Saldanha, mais conhecido como Da Silva, vinculava a suspeita a uma facção criminosa de atuação nacional
Maicon Rafael Queiroz da Silva, o "Gordo", é suspeito de integrar uma facção criminosa. No momento da prisão, ele tentou subornar os policiais para que fosse liberado.
Durante a abordagem, os suspeitos tentaram subornar os policiais para serem liberados, o que resultou na inclusão do crime de corrupção ativa às acusações
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