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Sete mil comprimidos de ecstasy e mais 110 quilos de cocaína são encontrados em sítio de Marituba

Um homem, que não teve o nome revelado, morreu em confronto com a polícia

O Liberal
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A Polícia Civil do Pará apreendeu 110 quilos de cocaína, 29 quilos de LSD e mais 7 mil comprimidos na madrugada desta quinta-feira (3/4), em Marituba, na Grande Belém, onde eram fabricados entorpecentes que seriam vendidos dentro e fora do Pará. A ação aconteceu enquanto os policiais civis da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) investigavam um grupo criminoso responsável pela comercialização de armas de fogo de grosso calibre utilizadas em ataques contra agentes públicos. Durante as diligências, um dos suspeitos morreu em confronto com a polícia e dois fugiram.

“Nossa equipe de policiais da DRFR já investigava a atuação do grupo criminoso há mais de um mês. Durante as diligências para localizar os responsáveis pelo comércio de armas na região eles conseguiram identificar a existência deste laboratório de fabricação e distribuição de entorpecentes, momento em que adentraram o local e foram recebidos pelos suspeitos com tiros de fuzis. Os policiais revidaram a injusta agressão e conseguiram neutralizar um deles”, explicou Raimundo Benassuly, delegado-geral da PCPA.

Segundo a PC, no local havia três homens, sendo que dois deles conseguiram fugir pela área de mata  que fica aos fundos do sítio. O outro suspeito, que não teve o nome revelado, morreu em confronto com os agentes. Dentro da residência foram encontrados e apreendidos cerca de 110 quilos de cocaína, 29 quilos de substância similar a LSD, 7 mil comprimidos de ecstasy e dois fuzis calibre 556, ambos utilizados pelos criminosos contra os policiais civis. 

O armamento era usado para fazer a segurança do laboratório de drogas que funcionava na Rua Village, em Marituba, onde também foram encontrados tambores usados para transportar o entorpecente no momento da venda e distribuição, balanças de precisão e vários materiais para embalar as drogas.

“As nossas diligências continuam para encontrar e prender os criminosos que fugiram do sítio, bem como os outros envolvidos na fabricação e venda desses entorpecentes”, finalizou o gestor da PCPA.

 

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