Jovem é encontrada morta em Altamira; corpo tinha sinais de tortura
A vítima ficou desaparecida por 3 dias antes de seu corpo ser encontrado

Uma jovem identificada como Clara Luiza de Oliveira Moura foi encontrada morta na última terça-feira, 1, em uma área de mata no bairro Jatobá, em Altamira, no sudoeste do Pará. A vítima apresentava sinais de tortura e o corpo estava parcialmente carbonizado. A Polícia Civil do Pará (PCPA) informou que os restos mortais passam por perícia.
De acordo com informações do site Giro Portal, a jovem estava desaparecida há três dias, ou seja, aproximadamente desde a última sexta-feira, 29. As circunstâncias do desaparecimento não foram comentadas pela PCPA nem pela Polícia Militar do Pará (PMPA). Clara Luiza era natural de Itaituba, mas morava em Altamira.
A redação integrada de O Liberal entrou em contato com o Comando de Policiamento Regional VIII (CPR VIII) da PMPA para buscar mais detalhes do caso, porém, a autoridade policial informou apenas que havia poucas informações concretas até o momento, mas uma suspeita em investigação era de que a motivação provável do crime foi briga entre facções criminosas.
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Uma emissora de TV local reportou o caso de Clara Luiza, trazendo informações mais detalhadas sobre o achado do corpo. Segundo a emissora, a jovem foi encontrada com as mãos amarradas para trás e, ao lado, foram encontrados restos do cabelo dela, que haviam sido cortados. Próximo ao corpo, havia um galão de combustível que teria sido utilizado para incendiar a vítima. Segundo a matéria, estes seriam indícios de que a jovem foi vítima do 'tribunal do crime'.
A reportagem de TV também menciona que Clara Luiza tinha antecedentes criminais, tendo sido presa em novembro de 2024, durante uma operação de combate ao tráfico de entorpecentes e contra a atuação de um grupo criminoso em Altamira.
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