Rompimento entre Emicida e Fióti: entenda a disputa judicial entre os irmãos

No processo, que tramita em sigilo, Fióti contesta a forma como a empresa foi dividida e questiona transações financeiras feitas após sua saída

O Liberal

O rapper Emicida e seu irmão, Evandro Fióti, ex-sócio e ex-empresário do artista, estão no centro de uma disputa judicial envolvendo a empresa que construíram juntos, o Laboratório Fantasma. A gravadora e marca de streetwear, que por anos foi referência no cenário independente, agora se torna palco de um impasse entre os irmãos.

Segundo informações divulgadas pelo portal LeoDias, a crise iniciou em novembro de 2024, quando Emicida solicitou a saída de Fióti do quadro societário da empresa. No mês seguinte, um acordo foi assinado formalizando o desligamento. No entanto, Fióti afirma que os termos desse acordo não foram respeitados, o que o levou a acionar a Justiça para reivindicar seus direitos.

O que aconteceu? 

Emicida anunciou, na última sexta-feira (28), o fim de sua parceria empresarial com o irmão, Evandro Oliveira, mais conhecido como Fióti. Desde 2009, os dois trabalhavam juntos na Laboratório Fantasma, empresa criada na periferia da Zona Norte de São Paulo com foco no afroempreendedorismo e na independência artística.

“Informamos que, a partir desta data, Evandro Roque de Oliveira (Fióti) não representa mais os interesses da carreira artística de Leandro Roque de Oliveira (Emicida)”, diz o comunicado publicado no Instagram do rapper. A postagem foi bloqueada para comentários, e até o momento, nenhum dos irmãos deu mais detalhes sobre a decisão.

Sobre o processo 

No processo, que tramita em sigilo, Fióti contesta como a empresa foi dividida e questiona transações financeiras feitas após sua saída. Ele solicita o bloqueio das contas bancárias do Laboratório Fantasma e busca impedir que Emicida se declare como o único proprietário do grupo.

Por sua vez, Emicida argumenta que sempre deteve a maioria da sociedade, possuindo 90% das cotas, enquanto Fióti era dono de apenas 10%.

*Thaline Silva, estagiária de jornalismo, sob supervisão de Felipe Saraiva, editor web de OLiberal.com

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