Caso Diddy: rapper é acusado de tráfico humano em novo processo

A vítima, Joseph Manzaro, alega ter sido agredido e humilhado pelo rapper em uma festa ocorrida em 2015

Estadão Conteúdo

Sean "Diddy" Combs está sendo acusado de tráfico humano em um novo processo. O magnata da música está preso em Nova York, nos Estados Unidos, desde setembro e aguarda julgamento por crimes sexuais.

De acordo com o TMZ, um homem chamado Joseph Manzaro alega ter sido agredido e humilhado pelo rapper em uma festa ocorrida em 2015, evento este, segundo ele, testemunhado por Beyoncé, Jay-Z e Lebron James.

Ele afirma que foi drogado e levado para Star Island, em Miami, onde acontecia a festa de Christian Combs, filho do rapper, e foi obrigado a participar de um "freak-off", uma das festas sexuais de Combs.

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A acusação ainda diz que Diddy teria prendido um pênis falso em seu rosto e feito a vítima desfilar na frente dos convidados.

Manzaro explica que foi conduzido por um túnel secreto na mansão quando foi visto por Jay-Z e Beyoncé, que estranhou a situação. "O que é isso? O que está acontecendo? Por que esse homem branco seminu com uma máscara de pênis está parado na minha frente?", teria questionado.

A vítima alega que a resposta veio de um membro da equipe de Diddy: "Diddy quer que ele veja o que acontece com quem dedura. Isso faz parte da punição dele."

O processo também diz que Manzaro foi exibido à força na festa, de máscara de couro e sunga, sendo submetido a atos não consensuais.

Além das testemunhas já citadas, a vítima disse que Gloria Estefan e Emilio Estefan também presenciaram o que aconteceu. Porém, Gloria negou seu envolvimento no incidente.

O magnata da música aguarda seu julgamento, previsto para acontecer em maio.

*Estagiária sob supervisão de Charlise Morais

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