Pacientes que sofreram sequelas graves, como a perda de visão, têm o direito de buscar reparação judicial pelos danos sofridos, diz advogado cível Pedro Bentes Neto
Augusto Aras, procurador-geral da República, que apresentou ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF) ação em que defende que o crime de trabalho análogo à escravidão seja considerado imprescritível
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