De acordo com a PF, a suspeita é de uma organização criminosa especializada na importação e no comércio fraudulento de aparelhos eletrônicos nos estados do Pará e Piauí
Os investigados poderão responder por crimes como estelionato majorado, falsificação de documentos e organização criminosa, cujas penas podem ultrapassar dez anos de reclusão
Os produtos apreendidos foram catalogados e ficaram sob responsabilidade da Receita Federal, que decidirá se serão encaminhados para doação ou destruídos
Segundo a Polícia Federal, os agentes encontraram no aparelho celular do investigado os arquivos ilícitos que eram armazenados, além de outros itens pessoais que apareciam nos vídeos produzidos.
Futuro titular da pasta de desenvolvimento econômico do prefeito eleito de Belém também foi acusado de crime ambiental e preso em operação da Polícia Federal
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