Kat Torres: Itamaraty se pronuncia sobre 'sumiço' de brasileiras
As duas jovens estão sem comunicação direta com amigos e familiares. Algumas pessoas ligadas às jovens acreditam que elas possam ter sido vítimas de seita, rede de prostituição ou até mesmo tráfico humano
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o Itamaraty, se pronunciou, nesta segunda-feira (17), sobre o caso das brasileiras que teriam sumido ao embarcarem para os Estados Unidos (EUA) na propósta de trabalhar na casa da influencer Katiuscia Torres, conhecida como Kat Torres ou Kate a Luz. As vítimas são: Letícia Maia Alvarenga, de 21 anos, e Desirrê Freitas, de 26. Desde então, sem comunicação direta com amigos e familiares, algumas pessoas ligadas às jovens acreditam que elas possam ser vítimas de seita, rede de prostituição ou até mesmo tráfico humano.
Ao site Metropoles, o Itamaraty disse estar ciente da situação, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Houston, e que está em contato com as autoridades policiais norte-americanas responsáveis pela investigação do caso. Se colocou “à disposição para prestar a assistência cabível às nacionais brasileiras e a seus familiares, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local”, afirma nota.
Além disso, o órgão disse ainda que, com base no “direito à privacidade e ao disposto na Lei de Acesso à Informação e no decreto 7.724/2012, informações detalhadas poderão ser repassadas somente mediante autorização dos envolvidos. Assim, o MRE não poderá fornecer dados específicos sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros”.
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Mas afinal, quem é Kat Torres?
Kat Torres é uma paraense, que residiu no bairro da Pratinha, em Belém. Chegou a fazer carreira como modelos de marcas como Victoria ‘s Secrets, Gillette e L’oreal. Por questões pessoais – de saúde e falecimento na famíla, Kate se afastou dos holofotes. Casou com o americano Zachary Menkin e vive nos Estados Unidos. Desde então, seguiu carreira de coach e se intitulou como “guru”, uma conselheira.
O que alegam à família das brasileiras que foram trabalhar com Kat Torres?
Para a família, as jovens Letícia Maia Alvarenga e Desirrê Freitas foram aliciadas. O pai de Letícia, Cleider Castro Alvarenga, chegou a publicar uma postagem sobre o desaparecimento da moça. Ela disse que ia trabalhar como au pair – um tipo de intercâmbio de moradia - no Texas, para ser assistente de Kate como coach espiritual. Mas já acharam fotos das moças encontradas em um site de prostituição, atividade que é ilegal no país norte-americano.
Por enquanto, um vídeo de Letícia começou a circular nas redes sociais justificando o ‘sumiço’ das redes e dos famíliares. Desirré segue sem contato.
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