O recuo nas barreiras comerciais diminui a pressão inflacionária nos EUA, reduzindo a necessidade de juros altos no país e, consequentemente, enfraquecendo o dólar.
Segundo operadores, a moeda brasileira pode ter se beneficiado de fluxo externo e de ajustes técnicos, com agentes promovendo recomposição parcial de posições em ativos domésticos desmontadas no fim do ano passado
De toda forma, é preciso ter cautela por conta da alta volatilidade do mercado cambial, alertam especialistas
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