Ao perceberem que a mulher estava sendo mantida refém, membros do Ministério Público, do Tribunal de Justiça e da Defensoria Pública solicitaram um mandado de prisão contra o homem
Mobilização foi organizada por grupos feministas e ativistas dos direitos das mulheres, que consideram a decisão um retrocesso na luta contra a violência de gênero
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