Amazon rivers: erosion and siltation put riverine people at risk
Amazon rivers: erosion and siltation put riverine people at risk “What the collapsed land caused here in the community is that we need to move. The community used to be right in front of the river, and now we had to move to the back, farther away. We had to move our port, and we no longer have access to the river. We have to go via Igarapé [small water course] to get out to the Amazon River”. The account of farmer Moisés Fernandes, a community leader from the Coadi community in Amazonas, shows the difficulties experienced by the riverine people in the region caused by the phenomena of erosion, also known as collapsed land, and the silting up of the local rivers. Erosion is the wearing away of the land on riverbanks, which can cause landslides whereby the watercourse “swallows up” entire areas. Siltation, in turn, is the accumulation of sediment in a part of the river, forming banks of sand or beaches, hindering navigation and causing changes in the normal course of the waters. Both are phenomena that have always existed in the Amazon, but human actions and climate change seem to be intensifying them. LIBERAL AMAZON Rios da Amazônia: erosão e assoreamento deixam ribeirinhos em risco “O que a terra caída causou aqui na comunidade é que precisamos nos mudar. A comunidade era bem na frente do rio e, agora, tivemos que vir para trás, mais longe. Tivemos que mudar o nosso porto e não temos mais acesso ao rio. Temos que ir pelo igarapé para poder sair para o rio Amazonas”. O relato do agricultor Moisés Fernandes, líder comunitário da comunidade Coadi, no Amazonas, mostra as dificuldades vividas por ribeirinhos da região por conta dos fenômenos de erosão, também conhecido como terra caída, e de assoreamento dos rios locais. A erosão é o desgaste das terras nas margens dos rios, que podem provocar deslizamentos em que o curso d’água “engole” áreas inteiras. Já o assoreamento é o acúmulo de sedimentos em uma parte do rio, formando bancos de areias ou praias, dificultando a navegação e provocando mudanças no curso normal das águas. Ambos são fenômenos que sempre existiram na Amazônia, mas que as ações humanas e as mudanças climáticas parecem intensificar