Carne de primeira ficou 6% mais cara nos sete primeiros meses do ano

Estudo do Dieese/PA mostra que produto foi comercializado a R$ 20,69 o quilo no mês passado

Redação Integrada

A carne bovina ficou 6% mais cara nos sete primeiros meses deste ano, segundo aponta pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese-PA). Os levantamentos feitos em supermercados e feiras livres da Grande Belém consideraram apenas as carnes de primeira. Ainda segundo os dados do Dieese-PA, considerando apenas o mês de julho, o preço da carne bovina registrou queda de 0,34%, se comparado ao período imediatamente anterior.

A pesquisa considerou os seguintes cortes: chã, cabeça de lombo e paulista. Em média, o quilo da carne de primeira foi comercializado a R$ 20,69 no mês passado. Entretanto, a trajetória de alta vem sendo observada desde o final do ano passado. Os números mostram que, em dezembro do ano passado, na Grande Belém, o quilo do alimento foi vendido a R$ 19,52. Já em janeiro, o produto de primeira registrou ligeira alta, passando a custar R$ 17,78. No mês seguinte, o mesmo item da cesta básica apresentou novo aumento, chegando a R$ 19,99 o quilo. Em março, abril, maio e junho foram apurados novos reajustes, com os preços chegando a R$ 20,26, depois R$ 20,44, na sequência, R$ 20,69 e, por fim, R$ 20,76, respectivamente. A primeira queda de preços foi observada em julho.

Considerando os últimos doze meses, o preço do quilo da carne bovina registrou alta de 1,07%. Neste mesmo intervalo, a inflação de Belém, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 3,60%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Já entre os meses de janeiro e julho, quando o preço do quilo da carne bovina de primeira registrou alta de 6%, a inflação chegou a 2,60%.

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