Até o momento, dois ministros votaram a favor da condenação - Alexandre de Moraes (relator) e Flávio Dino - a 14 anos de prisão em regime inicial fechado.
Delegado do caso concluiu que o soldado assumiu o risco do resultado morte ao usar ilegitimamente a arma de fogo para repelir uma suposta ameaça ao seu parceiro de viatura
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