Segundo as investigações, o grupo operava um esquema conhecido como “caixinha do crime”, no qual exigia pagamentos mensais sob ameaça de ataques a estabelecimentos comerciais e veículos
O suspeito utilizava redes sociais para convencer as vítimas a enviarem mensagens íntimas. De posse do material, ele as ameaçava com a divulgação do conteúdo
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