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Inteligência emocional: como ela influencia na construção de relacionamentos saudáveis

Gerenciar as próprias emoções é fundamental para fortalecer laços e evitar conflitos desnecessários

Paloma Lobato
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A inteligência emocional é uma habilidade essencial para a construção de relacionamentos saudáveis em todas as áreas da vida, seja no ambiente familiar, nas relações de trabalho, assim como nas amizades ou na convivência social.

Saber reconhecer e gerenciar as próprias emoções, assim como compreender e respeitar os sentimentos dos outros fortalece laços, promove empatia e evita conflitos desnecessários no dia a dia.

Como a inteligência emocional influencia nas relações foi tema do podcast "Entre Nós", um espaço para conversas diretas e objetivas, onde profissionais de diversas áreas compartilham seus conhecimentos e experiências para ajudar os ouvintes a terem uma vida mais saudável e feliz.

“A inteligência emocional é algo muito amplo. É algo que tem muito a ver com a maturidade emocional, a autoconsciência, autorresponsabilização, além de ser um exercício e aprendizado que leva uma vida inteira para desenvolver. É a pessoa olhar para si e perceber onde ela está precisando desenvolver mais”, explica a psicóloga e psicanalista, Louise Freitas.

Para muitas pessoas, a inteligência emocional é algo inato. Porém, a especialista ressalta que a prática pode ser desenvolvida no dia a dia. “A inteligência emocional pode ser desenvolvida de várias formas. Como os sentimentos e emoções nos atravessam o tempo inteiro nas nossas relações, existem várias formas de lidar com isso. A gente pode ir atrás de conhecimento sobre o assunto, o que ajuda a gente a se encontrar com a gente mesmo, como uma leitura, podcasts e vídeos, que nos levam a refletir sobre o tema, assim como práticas de meditação, mindfulness e conversar com as pessoas”, destaca.

O desenvolvimento da inteligência emocional desde a infância traz uma série de benefícios e vantagens para as crianças, como a capacidade de comunicação, resiliência, autonomia e maior autoestima. Para isso, é fundamental que os pais auxiliem nesse processo.

“Para que os pais ajudem a desenvolver a inteligência emocional nas crianças, eles devem, primeiramente, olhar para si, para algumas emoções que são mais difíceis, desagradáveis, como a raiva, paciência, culpa, preocupação por exemplo. É importante que eles possam olhar para as suas questões pessoas. Eles olhando para si, conhecendo as suas complexidades, vão poder ouvir o filho, ter mais leveza e segurança de manejar alguma situação de crise, como um choro, por exemplo”, complementa a psicanalista Louise Freitas.

Para entender mais sobre o tema, acesse o episódio do podcast 'Entre Nós', que está disponível em OLiberal.com/play e é uma parceria com Max Domini. Não perca a oportunidade de ouvir e aprender mais.

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