Remo: com empate no final, Rodrigo Santana diz que o resultado do Re-Pa foi 'justo'
Remo e Paysandu empataram no Mangueirão, em duelo válido pela sétima rodada do Parazão
O Remo empatou por 1 a 1 com o Paysandu no Mangueirão, neste domingo (23), em duelo válido pela sétima rodada do Parazão. Apesar de manter a invencibilidade, a partida terminou com um gosto amargo para os azulinos. O Leão Azul vencia o confronto até o último minuto, quando sofreu o empate. Mesmo assim, para o treinador Rodrigo Santana, o resultado do jogo foi "justo", considerando o que as duas equipes apresentaram em campo.
"A energia estava muito boa no estádio. Houve muita transpiração de ambas as equipes. Faltou um pouquinho de inspiração para finalizar as jogadas", pontuou o treinador azulino em entrevista coletiva após o clássico.
"No início do segundo tempo, acredito que o adversário veio melhor do que a gente. Eles criaram chances de gol, o [Marcelo] Rangel foi muito bem, e foi quando eu precisei fazer as substituições rapidamente. [Com isso], acho que conseguimos ganhar o meio de campo, subir a marcação e criar mais possibilidades até conseguir o pênalti. Naquele momento, estávamos tranquilos na partida, mas, infelizmente, acabamos sofrendo o gol faltando 30 segundos. No final, acho que o placar foi justo. É evidente que queríamos vencer, mas, pelo que as duas equipes apresentaram, foi justo, mesmo querendo ganhar muito", completou Rodrigo Santana.
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Do lado do Remo, o gol saiu dos pés de Adaílton, em cobrança de pênalti. A entrada do jogador mudou o cenário da partida para o clube azulino, que conseguiu sair na frente. O Paysandu chegou ao empate com Geovanni, que chutou da entrada da área e contou com um desvio em um jogador azulino para tirar Marcelo Rangel do lance e deixar tudo igual.
Mesmo com o gosto amargo, Rodrigo Santana destacou que a equipe conseguiu manter a invencibilidade na temporada, que era um dos principais objetivos, e ressaltou que o duelo também serviu para os jogadores se adaptarem.
"O adversário tem uns sete atletas que vivem esse momento [clássico], estão muito mais adaptados, e nós fomos com muitos atletas que ainda estão conhecendo essa experiência. Mas conseguimos manter a nossa invencibilidade e a liderança na competição. Saímos chateados, sim, por tomar um gol no final. Poderíamos ter saído com os três pontos, mas faz parte da adaptação do elenco que está chegando", concluiu o treinador.
Agora, o Remo se prepara para a última rodada do Parazão, na qual encara o Cametá. Antes disso, terá o confronto decisivo da primeira fase da Copa do Brasil. O Leão Azul enfrenta o GAS-RR, na quarta-feira (26), em Boa Vista.