CBF triplica salários de presidentes de federações estaduais, diz revista; veja os valores
Segundo a Revista Piauí, a CBF aumentou os salários e esse reajuste chega a 330%
Ednaldo Rodrigues foi reeleito presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com ampla aprovação das federações estaduais e dos clubes brasileiros. Apesar de enfrentar críticas constantes dos torcedores, o dirigente mantém um forte poder dentro da entidade. Poucos dias após sua reeleição, uma decisão tomada por Ednaldo gerou polêmica. Segundo a Revista Piauí, a CBF aumentou os salários dos presidentes das federações estaduais de R$ 50 mil para R$ 215 mil, um reajuste de 330%. O aumento chamou a atenção e gerou intensos debates entre os torcedores nas redes sociais.
Eleições sem concorrência real
A eleição que garantiu mais quatro anos de mandato a Ednaldo Rodrigues ocorreu em 24 de março. Como candidato único, ele conquistou 100% dos votos das federações estaduais e dos clubes das Séries A e B, que compõem o colégio eleitoral da CBF.
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O ex-jogador Ronaldo Fenômeno chegou a demonstrar interesse em concorrer ao cargo, mas desistiu antes da votação. Ele afirmou que não encontrou abertura entre as federações estaduais, que sequer aceitaram ouvir suas propostas. Para oficializar uma candidatura, é necessário o apoio mínimo de quatro federações e quatro clubes das Séries A e B.
Novo mandato até 2030
Atualmente, Ednaldo Rodrigues ainda cumpre seu primeiro mandato, que vai até março de 2026. No entanto, ele tinha o direito de antecipar as eleições em até um ano e, com o forte apoio das federações, exerceu essa prerrogativa em março deste ano. Dessa forma, a partir de abril de 2026, inicia-se seu segundo mandato, que terá duração até 2030.