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Homem processa 'Tigrinho' após acumular R$ 169 mil e não receber o dinheiro

Em nota, a Defensoria Pública do Distrito Federal disse que as empresas agem sempre da mesma forma nos jogos online

Victoria Rodrigues
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Um homem brasiliense acumulou o valor de 169 mil reais no jogo “Fortune Tiger”, popularmente conhecido no Brasil como “Jogo do Tigrinho”, porém ele não conseguiu resgatar o dinheiro pelo aplicativo e acionou a justiça pedindo reparação do “dano ocasionado” pela plataforma. O aplicativo alegou que ele deveria depositar mais uma quantia para subir de categoria e só então poder sacar o dinheiro. 

Em nota, a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) explicou detalhadamente que as empresas responsáveis pela plataforma agem sempre da mesma forma, ou seja, no primeiro momento, elas permitem que os usuários ganhem créditos reais nos jogos online e, em seguida, prometem o saque desses valores. Ao final, eles não autorizam essa retirada, porque o saldo é retido sob algum pretexto.

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“É nosso dever proteger os consumidores que se encontram em situações como essa, auxiliando as vítimas a buscarem reparação pelos prejuízos financeiros suportados e garantindo seus direitos”, explicou o defensor Público-Geral, Celestino Chupel, sobre o papel essencial que a Defensoria do estado realiza frequentemente.

No Código de Defesa do Consumidor consta que a reparação dos danos causados não depende da existência de culpa por parte da empresa. Logo, a Defensoria afirmou que há uma relação estabelecida pelo consumo entre o usuário e a plataforma, o que sugere diretamente que a plataforma tem responsabilidade objetiva sobre o caso, mas especificamente com “os danos causados a ele”.

(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob a supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)

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