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Deputados do Amazonas mudam nome da castanha-do-Pará para castanha-da-Amazônia e querem unificação

Agora, a ideia dos amazonenses é apresentar a proposta ao Parlamento Amazônico, que reúne os nove estados da Amazônia Legal, para unificar a expressão "castanha-da Amazônia"

O Liberal

A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou o Projeto de Lei nº 913/2024, de autoria do deputado estadual Sinésio Campos (PT), que altera oficialmente a denominação da tradicional castanha-do-Pará (Bertholletia excelsa) para castanha-da-Amazônia, no Amazonas.

A justificativa do deputado é a busca valorizar a identidade amazônica do produto e fortalecer sua cadeia produtiva ao nível regional, nacional e internacional. “A produção da castanha não se restringe ao Pará, como o nome sugere. Ela é amplamente cultivada em vários estados amazônicos, incluindo o Amazonas, que tem aumentado sua participação na produção nacional. Essa mudança reconhece a Amazônia como um todo e fortalece a marca do produto no mercado nacional e internacional”, afirmou o deputado.

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“É uma forma de respeitar a diversidade produtiva da Amazônia e de dar visibilidade ao papel que outros estados, como o Amazonas, vêm desempenhando na consolidação da castanha como um produto estratégico e sustentável da nossa região”, reforçou o parlamentar em entrevista à assessoria da Aleam.

O que muda na prática?

Com a nova lei, todos os produtos derivados da castanha produzidos no Amazonas deverão utilizar oficialmente a denominação “castanha-da-Amazônia”. Além da mudança no nome, o texto também incentiva a rastreabilidade do produto, a certificação de origem e o uso da nova nomenclatura em exportações e campanhas publicitárias, tanto no Brasil quanto no exterior.

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