A madrugada de domingo para segunda foi marcada por sentimentos divergentes: de um lado, a felicidade do primeiro Oscar consquistado pelo Brasil. De outro, a frustração e indignação com a vitória de Mikey Madison como "melhor atriz".
O episódio reacendeu o debate sobre o uso de uma linguagem mais acessível no Judiciário e o limite entre descontrair e preservar a formalidade das decisões
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