O general foi apontado pela Procuradoria-Geral da República como um dos líderes da organização golpista e se tornou réu no processo que apura a tentativa de golpe
Citando trechos da colaboração, a defesa afirmou que o general integrava um grupo que desaconselhava qualquer reação ao resultado eleitoral e temia que o então presidente Jair Bolsonaro (PL) fosse levado a "assinar uma doideira".
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