Segundo as investigações, o grupo operava um esquema conhecido como “caixinha do crime”, no qual exigia pagamentos mensais sob ameaça de ataques a estabelecimentos comerciais e veículos
De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontaram que a facção instituiu uma "taxa de proteção criminosa" mensal contra empresas provedoras de internet de Moju, coagindo empresários a realizar pagamentos ilícitos para evitar ataques contra seus bens, prática conhecida como "Caixinha do Crime"
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